Logomarcas

Logomarcas na era da Informática


Hoje, com os recursos da computação gráfica, pode-se tudo. Só depende da habilidade do profissional que vai "criar" a logo com os programas disponíveis. É ai que mora o perigo. A utilização desses recursos em excesso, como sombra, brilho, volume, borda, sobreposição, degradée, distorção, desenhozinho, vinhetinha, tracinho moderninho e etc, quase nunca significa bons resultados nem para a concepção da logomarca e nem para a imagem das empresas.


Só as grandes empresas têm oportunidade de contratar agências alinhadas com a linguagem de comunicação do mundo, as pequenas e médias cuidam da sua identidade visual com os profissionais disponíveis em toda parte. Alguns talentosíssimos e outros nem tanto. Uma coisa todos têm em comum: o conhecimento dos recursos que a computação gráfica oferece. Na maioria das vezes, ao criarem a identidade visual para o cliente, acabam fazendo uma verdadeira demonstração desses conhecimentos, e só.


O próprio cliente pode influir neste processo sem perceber, por não ter conhecimento de comunicação, acredita que a linguagem visual da sua empresa precisa ser "enfeitada". Então valoriza e paga melhor pela logomarca com pirotecnias e pouco tempo depois ele enjoa e pede outra criação. Depois não entende porque a marca não fixa na cabeça do consumidor.


É fácil identificar o tamanho da empresa pela sua logomarca. Funciona mais ou menos assim: quanto mais elementos a marca tem, menor é a empresa e menos experiente o profissional de comunicação que a criou.


Artigo escrito por Marcos Frauches
Consultor de Marketing e Palestrante
marcos.frauches@gmail.com
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